2.25.2017

Parceria LEYA !!!

Heeeey gente!!!

Hoje eu estou aqui pra anunciar uma parceria maravilhosa (ao menos para nós da equipe Salada rs).

No começo do mês, após entrar com contato com a editora para parceria em um avento que vou fazer aqui em Cuiabá em Maio, recebi o maravilhoso convite para ser parceira da Editora Leya e obviamente, aceitei.

A Leya além de ser uma editora de sucesso é responsáveis por vários dos livros que amo e que desejo muito então, fiquei extremamente feliz e lisonjeada pelo convite e espero fazermos por merecer neste ano que está por vir.


A LeYa nasceu em 2008 como grupo editorial no qual se integram algumas das mais prestigiadas editoras de língua portuguesa.
Líder do mercado editorial português, angolano e moçambicano, a LeYa está também presente no Brasil onde assumiu uma posição de destaque na área de edições gerais e onde atua, igualmente, no setor da Educação e das tecnologias aplicadas ao Ensino.

A força das marcas que integram a LeYa, os autores com que temos o privilégio de trabalhar e a qualidade do que, em conjunto, criamos fazem da LeYa uma empresa forte e coesa nos seus objetivos gerais e diversificada nos seus programas editoriais, bem como nas suas atividades na área da Educação.

Graças à integração de empresas e de profissionais profundamente enraizados nos respetivos mercados, a LeYa conta hoje com um capital humano extraordinário e detentor de um sólido e diversificado know-how nos meios Editorial, Educativo e Tecnológico.
Nos mercados onde opera, a LeYa apresenta-se com objetivos concretos de vir a ser protagonista, nomeadamente pelo papel que desempenha no mundo de língua portuguesa.

Agora é aguardar e ver as novidades maravilhosas que vem por ai!!

Beijos!!
;*

2.24.2017

Lançamento "A Guerra que Salvou a Minha Vida" - DarkSide Books

Olá pessoas!!!

Estavam com tanta saudade dessas novidades maravilhosas da Dark quanto eu?? E pra retornar em estilo, trago pra vocês o release desse livro que promete tocar e emocionar muita gente.

Este é um daqueles romances que você lê com um nó no peito, sorrisos no rosto e lágrimas nos olhos entre um parágrafo e outro. Uma obra sobre as muitas batalhas que precisamos vencer para conquistar um lugar no mundo.


SINOPSE: Ada tem dez anos (ao menos é o que ela acha). A menina nunca saiu de casa, para não envergonhar a mãe na frente dos outros. Da janela, vê o irmão brincar, correr, pular – coisas que qualquer criança sabe fazer. Qualquer criança que não tenha nascido com um “pé torto” como o seu. Trancada num apartamento, Ada cuida da casa e do irmão sozinha, além de ter que escapar dos maus-tratos diários que sofre da mãe. Ainda bem que há uma guerra se aproximando.
Os possíveis bombardeios de Hitler são a oportunidade perfeita para Ada e o caçula Jamie deixarem Londres e partirem para o interior, em busca de uma vida melhor.
Kimberly Brubaker Bradley consegue ir muito além do que se convencionou chamar “história de superação”. Seu livro é um registro emocional e historicamente preciso sobre a Segunda Guerra Mundial. E de como os grandes conflitos armados afetam a vida de milhões de inocentes, mesmo longe dos campos de batalha. No caso da pequena Ada, a guerra começou dentro de casa.
Essa é uma das belas surpresas do livro: mostrar a guerra pelos olhos de uma menina, e não pelo ponto de vista de um soldado, que enfrenta a fome e a necessidade de abandonar seu lar. Assim como a protagonista, milhares de crianças precisaram deixar a família em Londres na esperança de escapar dos horrores dos bombardeios.
Vencedor do Newbery Honor Award, primeiro lugar na lista do New York Times e adotado em diversas escolas nos Estados Unidos.

 Combinando a ternura de Em Algum Lugar Nas Estrelas, outro título da coleção DarkLove, com a realidade angustiante de O Diário de Anne Frank, A GUERRA QUE SALVOU A MINHA VIDA apresenta uma perspectiva da Segunda Guerra Mundial vista pelos olhos de uma menina que se transforma em refugiada no seu próprio país. Mais uma oportunidade perfeita para emocionar corações de todas as idades e relembrar os valores do companheirismo e da amizade em todos os momentos da nossa vida.



“Dolorosamente adorável [...] Com nuances e emoções certeiras, este conto vívido sobre os tempos de guerra fará com que os leitores sofram com cada tropeço de Ada e se alegrem com suas vitórias — a ponto de trazer lágrimas aos olhos.”                                       — THE WALL STREET JOURNAL —

SOBRE A AUTORA: Kimberly Brubaker Bradley vive com o marido e os filhos em uma fazenda no sopé das Montanhas Apalaches, entre pôneis, cães, gatos, ovelhas, cabras, e muitas, muitas árvores. É autora de vários livros, entre eles Leap of Faith e Jefferson’s Sons. A Guerra que Salvou a Minha Vida ganhou o Newbery Honor Book, o Schneider Family Book Award e o Josette Frank Award, além de ter sido eleito entre os melhores livros de 2015 pelo Wall Street Journal, a revista Publishers Weekly, a New York Public Library e a Chicago Public Library, entre outros. Saiba mais em kimberlybrubakerbradley.com




“Há tanta coisa para ser apreciada nesse livro — a voz cativante de Ada, o cenário intenso, o humor, os momentos emocionantes e, acima de tudo, a persistência no desejo de sobreviver.”

  — SCHOOL LIBRARY JOURNAL — 

Título | A Guerra que Salvou a Minha Vida
Autor | Kimberly Brubaker Bradley
Tradutores | Mariana Serpa Vollmer
Editora | DarkSide®
Edição | 1a
Idioma | Português
Especificações | 240 páginas, Limited Edition (capa dura)
Dimensões | 14 x 21 cm
ISBN | 978-85-9454-026-3

Adicione | Skoob - Goodreads 


E então gente, o que acharam deste lindo?? Quem ai já adicionou a lista de desejados do skoob??
Espero que tenham gostado!!
Beijos!!
;**

2.09.2017

Resenha: A Química - Stehenie Meyer

Olá queridos leitores!
Vamos de resenha do livro que foi minha primeira leitura do ano! E eu estava realmente ansiosa para lê-lo.

RESENHA: Ela trabalhava para o governo americano, mas poucas pessoas sabiam disso. Especialista em seu campo de atuação, era um dos segredos mais bem guardados de uma agência tão clandestina que nem sequer tinha nome. E quando perceberam que ela poderia ser um problema, passam a persegui-la. A única pessoa em quem ela confiava foi assassinada. Ela sabe demais, e eles a querem morta. Agora ela raramente fica em um mesmo lugar ou usa o mesmo nome por muito tempo.Até que um antigo mentor lhe oferece uma saída — uma oportunidade de deixar de ser o alvo da vez. Será preciso aceitar um último trabalho, e a única informação que ela recebe a esse respeito só torna sua situação ainda mais perigosa. Ela decide enfrentar a ameaça e se prepara para a pior batalha de sua vida, mas uma paixão inesperada parece diminuir ainda mais suas chances de sobreviver. Enquanto vê suas escolhas se evaporarem rapidamente, ela vai usar seus talentos como nunca imaginou. Uma trama repleta de tensão, na qual Meyer cria uma heroína poderosa e fascinante, com habilidades diferentes de todas as outras, e prova mais uma vez por que seus livros estão entre os mais vendidos do mundo.


Ela se chama Chris. Não, Alex. Espere, é Julie.

Em A Química, a personagem é uma fugitiva. Trocar de nome é uma constante em sua vida, pois há 3 anos ela luta para sobreviver. Seus antigos chefes a querem morta. Alex (como é chamada na maior parte da história) trabalhava para um parte escondida do governo. Ela criava armas biológicas e torturava pessoas com elas para conseguir informações, mas  ficou sabendo de muito mais coisas além da sua alçada, e desde então as perseguições começaram.

Mas ela recebe uma chance de acabar com esse pesadelo. Seus antigos empregadores propõem  a ela um último trabalho, que depois de concluído garantiria sua liberdade. Para sempre.

Será? 



O serviço parecia simples. Sequestrar Daniel Beach, um professor de história e inglês, que supostamente tinha ligações com um traficante mexicano. Daniel seria o responsável por espalhar um super vírus, capaz de matar milhares de pessoas, em pouco tempo, ao redor do mundo.




Ela faria o que faz de melhor. Torturar o homem, conseguir as informações que queriam e então cairia fora, sem precisar continuar fugindo. Mas alguma coisa da errada e Alex percebe que caiu em uma emboscada. Mas ela pretende que essa seja a última vez.


''(...) Daniel Beach tinha duas faces, assim como ela. Agora ela assumia sua outra identidade, aquela que o departamento chamava de a Química, e a Química era uma máquina. Impiedosa e implacável. O monstro dela estava livre agora.'' 

O livro é cheio de tensão, do começo ao fim. Como a personagem está fugindo, no início mostra os lugares pelos quais passa, e explica o que ela tem feito para sobreviver, de forma que os diálogos demoram um pouco a aparecer, mas assim que chegam a história começa a ir pra frente.

A história é bem descritiva e detalhista, o que deixou a leitura um pouco maçante quando os diálogos não estão lá. Pelo menos eu sofri desse mal, mas quem lê os livros da Stephenie sabe que esse é o estilo de escrita da autora.

Tem um romance ali no meio, mas não, a história não gira em torno disso. Se trata do que a personagem precisa fazer para sobreviver, coisa que ela faz muito bem, obrigada. Claro que há ajuda e as amizades pouco prováveis que ela faz no caminho contribuem, mas Alex consegue provar que é capaz de muita coisa por si mesma.


E então... Vocês já leram o livro? Concordam ou discordam? 
Deixem seus comentários e até a próxima ;) 


2.07.2017

Resenha: Quando Finalmente Voltará A Ser Como Nunca Foi - Editora Valentina



Olá coleguinhas, a resenha da vez é do "maravilhouco" livro com título mais imenso que eu já vi até agora, e que deu um trabalhinho para memorizar:

QUANDO FINALMENTE VOLTARÁ A SER COMO NUNCA FOI (ufa!)

SINOPSE: Isso é normal? Crescer entre centenas de pessoas com deficiência física e mental, como o filho mais novo do diretor de um hospital psiquiátrico para crianças e jovens? Nosso pequeno herói não conhece outra realidade - e até gosta muito da que conhece. O pai dirige uma instituição com mais de 1.200 pacientes, ausenta-se dentro da própria casa quando se senta em sua poltrona para ler. A mãe organiza o dia a dia, mas se queixa de seu papel. Os irmãos se dedicam com afinco a seus hobbies, mas para ele só reservam maldades. E ele próprio tem dificuldade com as letras e sempre é tomado por uma grande ira. Sente-se feliz quando cavalga pelo terreno da instituição sobre os ombros de um interno gigantesco, tocador de sinos.
Joachim Meyerhoff narra com afeto e graça a vida de uma família extraordinária em um lugar igualmente extraordinário. E a de um pai que, na teoria, é brilhante, mas falha na prática. Afinal, quem mais conseguiria, depois de se propor a intensificar a prática de exercícios físicos ao completar 40 anos, distender um ligamento e nunca mais tornar a calçar o caro par de tênis? Ou então, em meio à calmaria, ver-se em perigo no mar e ainda por cima derrubar o filho na água? O núcleo incandescente do romance é composto pela morte, pela perda do que já não pode ser recuperado, pela saudade que fica - e pela lembrança que, por sorte, produz histórias inconcebivelmente plenas, vivas e engraçadas.

Escolher uma nova história para ler é sempre um desafio (ainda mais para uma pessoa libriana), mas quando eu vi a capa desse livro essa duvida nunca existiu, pois a capa é realmente muito linda, e o titulo chamativo só contribuiu para lê-lo.

Este livro de título gigante e curioso, conta a história de Joachim um garoto de 7 anos de idade, e para ele, o fato do seu pai ser diretor de um centro psiquiátrico juvenil sempre foi normal já que ele cresceu na casa que fica no mesmo terreno do complexo de prédios da instituição. Para Joachim sempre foi comum dormir ao som da sinfonia de gritos da sua inusitada vizinhança, e fora o fato dele ter medo de um paciente negro mais alto que um prédio que ronda a instalação com um sino badalando sem parar é algo a ser superado, mas fora isso sua vida era bem normal sim senhor!
Sua mãe que nasceu na Itália e foi para a Alemanha, sempre reclamava do frio, seus irmãos sempre torraram sua paciência, o que é normal também, e seu pai, seu pai um homem admirável.
Mas aí você me pergunta qual é a desse livro o que ele tem de mais?
O autor apresenta uma grande questão cuja a pergunta está até na capa que é; "a loucura está do lado de dentro ou de fora?" e os detalhes do dia-a-dia de Joachim nos faz mais próximos da resposta. Com muito humor e drama o livro é carregado de intensidade e leveza na mesma medida, o chorar de rir é literal nessa leitura, a sagacidade na escrita e a criatividade é de nos fazer admirar e amar o autor do livro!

Através da inocência de uma criança podemos ver e de certa
forma viver suas experiências, dando muita risada do quão literal um pensamento de um menininho muio inteligente por sinal pode ser.




 - Geralmente, enquanto meu pai estudava na sua poltrona imagens pavorosas da chamada "estripação" de javalis, eu ficava sentado no sofá, lendo O Deserto. Graças a essa revisa nem um pouco adequada para crianças, eu sabia coisas sobre o deserto de que apenas verdadeiros especialistas tinham conhecimento. Até nos escorpiões eu acabei ficando versado, e era capaz de distinguir inúmeras espécies. Entre as várias redações que escrevi para a escola fundamental nessa época, lia-se: "Por favor, escreva sobre o tema pedido, e não sobre o deserto." Eu não queria nem saber. Mesmo que o tema fosse crianças no trânsito, eu acabava desembarcando no deserto> Fazia da seguinte forma: "Meu caminho para a escola não é muito longo; já os filhos dos beduínos, muitas vezes, precisam de dias para chegar à escola."
Pronto, lá estava eu no deserto. -
Pronto, lá estava eu no deserto. -




Li esse trecho acima dentro do ônibus, ri alto todos me olharam achando que sou louco, mas se tem uma coisa que aprendi com esse livro, é que todos somos loucos e apenas alguns tem a sinceridade de exibir sua loucura.

Resumindo, gostei muito recomendo essa leitura, sem contar que todo bibliófilo vai querer essa capa na sua estante, Cômico e trágico Quando Finalmente Voltará A Ser Como Nunca Foi, entrou com toda a certeza do mundo, na minha lista de favoritos.

Até a próxima!




12.22.2016

Resenha "Fábulas Cruéis" - Editora Empíreo

Eae galera, tudo bem com vocês?? Hoje vou falar de um maravilhoso livro de contos que li esse mês e que recomendo a todos que leiam. Vamos lá!



Quando a gente pensa em fábulas vem sempre aquela velha estória do coelho e a tartaruga, onde o coelho subestima a tartaruga numa aposta de corrida, e acredito que todo mundo já conhece o final. Acontece que em uma fábula sempre nos é apresentada uma moral para nos fazer refletir, isso é de fato uma das características do texto, e o premiadíssimo escritor Luiz Vadico, nos traz isso e muito mais, com inteligência, doses de humor, ironia, e bastante sadismo, pois precisam desses ‘’ingredientes’’ para serem Fábulas Cruéis.

Se ler contos não é a sua “praia”, mas você quer tentar ler algo do gênero uma ótima escolha é esse livro, diagramação impecável, escrita realmente fluída, o livro nos apresenta histórias onde as personagens variam de Lobos, Leões, brotos de plantas a velhos e gigantescos carvalhos, enfim a flora e a fauna toda numa harmonia incrível, sem contar nas reflexões que nos é apresentada a cada ponto final, é de uma sagacidade incrível.



Vou citar um conto que me impactou, de forma resumida;
“ Em uma floresta um grande carvalho protegia a todos, fornecia sombra para os leões, abrigo para os esquilos, e cumpria seu papel na floresta muito bem sim senhor...
Uma muda (de uma planta que eu não me lembro o nome) reclamava muito do grande carvalho, pois ele atrapalhava os raios de sol chegar até ela, ela argumentava que o grande carvalho era egoísta e que deveria se mover para que ela pudesse receber os raios de sol, o grande carvalho só achava graça disso; num dia em que tudo estava escuro no céu haviam nuvens carregadas, uma tempestade se aproximava!
O grande carvalho resistia a tempestade, lutava com toda a sua força para ficar firme, rajada após rajada de ventanias e grossos pingos d’agua, após passar a tempestade infelizmente o carvalho estava tombado e morto...
Todos se reuniram para velar o velho amigo, um Leão com seu filhote ouvia uma muda falando de forma pomposa e se aproximou, a muda toda orgulhosa estava dizendo que se o carvalho fosse frágil e flexível igual a ela ele teria resistido. o leãozinho perguntou ao seu pai como a muda de planta daquele tamanho poderia ser tão cruel e dizer tal atrocidade o pai lhe respondeu “Nada meu filho, esqueça o que você ouviu! É próprio dos fracos se vangloriarem  da sua fraqueza quando os fortes caem!”

Obs: texto descrito da forma que eu me lembro pode divergir do que está no livro.



E tem vários outros contos, uns que sinceramente eu custei a entender e quando achei que entendi na verdade não tinha entendido era nada, como eu já disse o costume de ler fábulas nunca existiu, e após ler esse livro realmente está muito bem recomendado!
destaques pros contos: O coro dos passarinhos, Formiga e o Escaravelho, As Lagartas, Uma galinha, O lobo... na verdade esqueça o que eu disse, todos os contos são maravilhosos! rs



E PRA FINALIZAR UM CHAMARIZ PARA VOCÊ QUERER ESSE LIVRO EM SUA VIDA:

“Então temos aqui um lobo... Fez uma pausa, com ar de extrema gravidade e acrescentou: um lobo sem dentes... Ele não sabia por quê, mas elas pareciam ameaçadoras, num momento foi cercado pelo rebanho, e a ovelha acrescentou em tom sarcástico:
Que pena... Nós temos!”

Leiam o quanto antes!


11.03.2016

Integrante Novo!




Oie Galere!
Meu nome é Mateus Evaristo e tenho 21 anos de idade, vivo em Cuiabá-MT, sou leitor, gosto muito de distopia e YA (uaiei não muito), também sou o diferentão do rolê, mimizento, negro, cantor de chuveiro, legal, modesto, e engraçado (aqui não é o tinder né?!). Estarei aqui no blog trazendo resenhas, informações úteis ou não, críticas de séries/filmes e muito mais. Faço também parte do grupo Rolezinho Literário...
E tenho a esperança de entreter vocês nossos leitores!

Espero que esse seja o início de uma grande amizade!
"Há Braços" com amor <3

10.27.2016

Resenha "Corpo Estranho" - M. T. Dorrenberg | Editora Empíreo.

Boa tarde gente!!

Imagine um ciborgue, que pode se teletransportar para qualquer lugar da linha do tempo, assumir qualquer forma física, conversar com objetos inanimados em qualquer idioma, entrar dentro de um filme e trocar uma ideia com a personagem de lá. Pois é, ele existe e seu nome é Mear, personagem principal do livro Corpo Estranho escrito pela M. T. S. Dörrenberg.

SINOPSE: Corpo Estranho, de M. T. S. Dörrenberg, conta a história de Mear, um ciborgue construído para atuar numa exposição em Berlim. Ao conhecer uma mulher chamada O., Mear sai em uma jornada pelo tempo e espaço em busca de respostas sobre a composição do corpo. Ele pode se transformar na figura que quiser, viajar no tempo e entender qualquer forma de comunicação. Essas habilidades têm por finalidade permitir que o ciborgue se desenvolva no mundo humano, iniciando uma geração de novos seres.




Essa é a história de Mear, um ciborgue criado a principio para simplesmente servir de informante de uma exposição em Berlim, fadado a ficar dentro de um museu e sem saber de suas habilidades, Mear até então não questiona sobre sua existência, porém em um dia monótono conhece O. uma artista que utiliza o próprio corpo para representar suas ideologias que contraria padrões de beleza atuais através de modificações corporais. Eles se conhecem e conversam tempo o suficiente para a O. questionar se a existência de Mear somente para aquele fim é correto, já que ele tem o seu lado humano também.

E Mear começa a descobrir do que ele é capaz, com habilidades incríveis tais  como supervisão, central de acesso a internet não importa aonde ele esteja, sendo também viajante do tempo, O. sugere que Mear vá em busca do porque da sua existência através da compreensão do corpo humano e para isso o ciborgue precisa viajar no espaço tempo, e essa grande aventura acarretará encontros com grandes personalidades da história da humanidade, de deuses, personagens intrigantes como a faraó Nefertiti, Gollum de O Senhor Dos Anéis, e grandes artistas como Leonardo Da Vinci, Pablo Picasso e vários outros que contribuíram com arte para humanidade.



Mear terá que lidar com essas aventuras e um possível novo sentimento por O. com quem compartilha suas experiências e talvez  conseguir uma forma de incluir O. uma humana em suas futuras aventuras.

Um livro sensacional, muito bem escrito, com uma grande carga cultural e ensinamentos, M. T. S. Dörrenberg traz uma leitura agradável e informativa através de uma ficção fantástica!

Leiam!!!!